Lembram-se daquela frase de Roosevelt que deixei por cá em "A Máscara"?
Então recordo:
"Tratando-se de política, nada é por acaso! Estejamos seguros de que tudo o que se passa em política é muito bem programado!"
Pois, parece que há mais uma voz concordante de uma realidade que me farto de presenciar.
Um estudo feito por um - veja-se - assessor de imprensa revela que:
- «os jornalistas sabem que todo aquele cenário é ensaiado, tudo aquilo é preparado ao milímetro. Desde o comentário, à entrega da flor, ao líder partidário, tudo aquilo é meticulosamente preparado por estas fontes sofisticadas que tentam impressionar, que tentam a melhor imagem, a melhor fotografia e o melhor soundbite para marcar a ordem do dia com o seu candidato».
- "Mais de metade das notícias de política não têm origem nas redações concluiu um estudo feito por Vasco Ribeiro. No seu livro Fontes Sofisticadas de Informação, o autor apela a que haja mais jornalismo de investigação apesar de reconhecer que este é caro".
Está visto: Será que é por causa disto que Socrates se incomoda tanto com perguntas que fujam ao "combinado"???
Bem, para bom entendedor meia palavra basta e pronto!
A noticia do estudo está aqui.
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quinta-feira, 17 de setembro de 2009
quarta-feira, 17 de junho de 2009
TSF - "Estudo revela lacunas na comunicação de notícias negativas aos doentes"
"A preparação de médicos e enfermeiros para comunicarem noticias negativas aos doentes e familiares não é uma prioridade dos hospitais nacionais, concluiu o primeiro estudo nacional sobre “Comunicação hospitalar em Portugal”, apresentado esta quarta-feira".
Ouvir aqui.
"O estudo, feito com o objectivo de traçar um diagnóstico sobre o modo como os hospitais portugueses organizam a comunicação interna e externa, com os doentes e entre hospitais, mostrou que apenas 33 por cento - o que equivale a três em cada dez unidades de saúde - apostam nesta área específica.
A coordenadora do estudo revelou à TSF que para além da forma como são comunicadas as notícias negativas, foram detectadas outras falhas, como a falta de «formação em liderança e motivação».
Para Ana Margarida Ximenes, o problema da comunicação poderia ser resolvido através da inserção de uma cadeira de comunicação nas faculdades de saúde."
NOTA: Infelizmente esta noticia relata uma das puras realidades! Falo pela realidade que vivo... e lamento apenas que assim seja, pois é sempre preferível obter a verdade, mesmo que ela seja dura de ouvir!!!! Um apelo: que este estudo sirva de sensibilização para quem decide deixar o doente à mercê da dúvida e da ignorância pela alegada "ignorância" de quem devia saber tratar destes assuntos com a clareza que o assunto merece SEMPRE.
Ouvir aqui.
"O estudo, feito com o objectivo de traçar um diagnóstico sobre o modo como os hospitais portugueses organizam a comunicação interna e externa, com os doentes e entre hospitais, mostrou que apenas 33 por cento - o que equivale a três em cada dez unidades de saúde - apostam nesta área específica.
A coordenadora do estudo revelou à TSF que para além da forma como são comunicadas as notícias negativas, foram detectadas outras falhas, como a falta de «formação em liderança e motivação».
Para Ana Margarida Ximenes, o problema da comunicação poderia ser resolvido através da inserção de uma cadeira de comunicação nas faculdades de saúde."
NOTA: Infelizmente esta noticia relata uma das puras realidades! Falo pela realidade que vivo... e lamento apenas que assim seja, pois é sempre preferível obter a verdade, mesmo que ela seja dura de ouvir!!!! Um apelo: que este estudo sirva de sensibilização para quem decide deixar o doente à mercê da dúvida e da ignorância pela alegada "ignorância" de quem devia saber tratar destes assuntos com a clareza que o assunto merece SEMPRE.
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